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As inscrições para o curso on-line de perito judicial estão abertas até 08 de março. O objetivo é melhorar a capacitação dos corretores de imóveis do Paraná acerca dos procedimentos jurídicos em perícias judiciais.

O conteúdo programático do curso será divido em 08 aulas de 30 minutos cada. As aulas ficarão disponíveis por 48 horas e começarão no dia 13 de março.

Para se inscrever é necessário ter criado o e-mail com a extensão @creci.org.br, parar criar basta acessar o link: http://criar.creci.org.br/

O curso é gratuito e oferecido aos corretores de imóveis devido a uma parceria do Creci-PR com o Creci-SP e o Google.

As inscrições estão abertas no link: http://classroom.creci.org.br/

O Creci-PR realizou a abertura da Operação Veraneio 2016-2017, no dia 19 de dezembro. A ação visa coibir a atividade de contraventores e aumentar a segurança dos veranistas na hora de alugar ou comprar um imóvel no litoral paranaense.

Fique por dentro dos cinco principais pontos a se observar antes de alugar uma casa de veraneio na alta temporada


Alugar um imóvel para passar as férias de verão na praia é uma opção que pode custar menos, principalmente para quem viaja em família e não quer arcar com os custos de uma diária de hotel. O preço da locação, no entanto, não deve ser o único fator na hora da escolha. A temporada na praia oportuniza uma onda de golpes justamente porque a procura por casas ou apartamentos de veraneio dispara, sobretudo em locais movimentados, como Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná, no litoral do estado.

O turista deve prestar atenção nos anúncios extravagantes e também em vários outros itens: contrato, forma de pagamento, visita antecipada e pesquisa online. À distância, o Google pode salvar o seu bolso. Na operação Verão 2015/2016, por exemplo, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná (Creci-PR) autuou 22 pessoas por exercício ilegal da função no litoral paranaense, entre “donos de imobiliárias” e “corretores de imóveis”. Pelo oitavo ano consecutivo, haverá uma delegacia especializada no litoral para atender esse tipo de ocorrência.

Para o verão 2016/2017, a expectativa de público no litoral parananense é de um milhão de veranistas, a mesma do ano passado. O Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) também estima que 2,4 milhões de turistas estrangeiros desembarquem no Brasil na estação, aumento de 11% em relação ao ano passado. De acordo com o Embratur, a maioria tem como destino cidades litorâneas. Na língua mãe ou no portunhol, veja como prestar atenção nos anúncios para evitar surpresas.

O barato sai caro

Normalmente, os turistas alugam imóveis depois de pesquisar em sites de imobiliárias e também em aplicativos de locação direta com o proprietário, como OLX, ZAP Imóveis e até mesmo o Airbnb. Para a primeira categoria, a orientação é buscar sempre o selo do Creci-PR, que garante um foro a quem quiser recorrer de eventual problema.

“Quando você está a distância, nós orientamos a procura por uma empresa que faz parte da rede do Creci-PR. Se algum fato incômodo ocorrer, você tem como representar contra a empresa. Nessa época do ano abrem-se empresas quase que de fachadas, por isso é bom ter cuidado”, explica Izaias Rodrigues Aquino, coordenador de fiscalização do Creci-PR.

Quando o acordo ocorre sem a anuência de uma imobiliária, diretamente com o proprietário, a atenção precisa ser redobrada. Basta ler com atenção as informações do termo de serviço do anunciante para evitar surpresas na hora de chegar ao imóvel e sempre se resguardar com compromissos firmados online.

O Airbnb, por exemplo, se exime da responsabilidade de imobiliária. “A Airbnb não constitui parte em qualquer contrato celebrado entre anfitriões e hóspedes, e a Airbnb não constitui uma imobiliária, agente ou seguradora. A Airbnb não tem controle sobre a conduta dos anfitriões, hóspedes e outros usuários”, diz o termo de serviço do aplicativo em seu site.


Preto no branco: fique ligado no contrato

Contrato, via de regra, é essencial. “O contrato estabelece um termo de lei entre as partes. Tudo o que for decidido previamente deve estar previsto no papel. Isso permite que a situação não fique obscura depois”, afirma o coordenador de fiscalização do Creci-PR. De acordo com o especialista, o contrato com imobiliária ou agentes deve conter a informação de que o apartamento está em condições de uso e funcionamento, o que significa, basicamente, fornecimento de luz e água e descargas em plena atividade. Tudo isso também deve ser constatado pelo locatário logo na entrada.

Os contratos ainda devem conter informações como previsão de multa para descumprimento da norma que proíbe animais de estimação, uso além da capacidade máxima de pessoas, utilização de determinados espaços, etc. “Tudo o que está no contrato pode ser discutido. Fora isso, no boca a boca, não há qualquer garantia. É importante que locador e locatário tenham esse bom senso”, diz Aquino.

No Airbnb, por exemplo, o “contrato” é feito mediante regras de confiabilidade. As normas atendem tanto os anfitriões quanto hóspedes. Para entrar na plataforma, é necessário que o anfitrião redija um perfil contendo as características do espaço, regras da casa, rotina dos moradores, entre outros. Essa prática também é recomendada ao hóspede. Uma vez estabelecido o contato, há margem de diálogo entre as partes, e cancelamentos, penalidades e imprevistos são mediados pelo próprio aplicativo.


Pagamento: antecipado ou parcelado?

As condições de pagamento da temporada também estão estabelecidas no contrato firmado entre as partes. Elas costumam ser as mesmas em todas as cidades para negócios com imobiliárias, com um percentual de garantia antecipado (para data e preço) e complemento após a estadia. No entanto, essa condição pode variar para pagamento antecipado, ao término ou parcelado. No Airbnb, o usuário concorda em pagar à Airbnb Payments qualquer reserva confirmada efetuada com a sua conta, de acordo com os termos de pagamento do site, através de PayPal, boleto, cartão de crédito ou cartão de débito.


Nem sempre as fotos correspondem à realidade

As fotos devem estar sob suspeição até que se prove o contrário. Muitas vezes falsos corretores anunciam fotos de um lugar e entregam outro após o acordo. O mais indicado é visitar o apartamento antecipadamente ou indicar a um conhecido do litoral a vistoria, ao menos para verificar localização, condições do imóvel e do entorno. O Google Street View também pode ajudar, na impossibilidade de deslocamento antecipado. Para aplicativos, a orientação é pesquisar as respostas de antigos usuários a fim de referendar o resumo descritivo do imóvel.

Ih, deu problema!

O veranista deve comunicar problemas encontrados no imóvel de imediato para o locador (pessoa física ou jurídica). “Existem muitos oportunistas no mercado. É triste quando o turista chega na praia, no final de ano, e acaba sem ter para onde ir”, alerta Valdemar Salvador Marques, delegado titular da Delegacia do Litoral do Creci-PR, que fica na cidade de Matinhos.

De acordo com ele, eventuais problemas graves de falsidade são resolvidos de imediato, como num encontro de conciliação. “É tipo um pequenas causas. Nós resolvemos tudo de imediato. Se não houver acordo, a parte infratora passa a responder cível e criminalmente pelo delito”, conclui. Os problemas envolvendo aplicativos também podem incidir em sanções civis e penais, por isso o ideal é ler os termos de compromisso com atenção. E cobrar os seus direitos na chegada e ao término da estadia.

Fonte: Gazeta do Povo

Restrição de crédito e instabilidade econômica seguem convencendo clientes que aluguel é mais viável que a compra

Reflexo da instabilidade econômica do país e da redução de crédito ofertada pelos bancos, o número de imóveis residenciais alugados, em Curitiba, continua crescendo – uma amostra de que locar ainda é opção mais viável que a compra. No mês de julho, 1.286 unidades foram locadas – 25,6% a mais que as 1.024 locações registradas um mês antes, e que as 1.020 contabilizadas em julho de 2015.

No acumulado de janeiro a julho de 2016, 8.361 imóveis ganharam novos inquilinos, frente aos 7.171 alugados no mesmo período de 2015 – representando um aumento de 16,6% no volume de locações. Isso fez com o volume de imóveis em estoque sofresse uma pequena queda de 2%, indo de 11.634 imóveis em junho de 2016 para 11.375 no mês seguinte. Os dados são do Sindicato de Habitações e Condomínios do Paraná (Secovi-PR).

"O mercado de locação residencial está mais ativo, pois muitos clientes estão optando pelo aluguel e não pela compra. Também existe uma grande variedade de produtos para a escolha do inquilino, o que é uma vantagem. Nossa perspectiva é de que esse movimento de recuperação se intensifique a partir do ano que vem." Edson Luis Esquinazi, presidente da Bee Rede Imóveis.

Um fator que ajuda no aumento do número de locações é queda do preço médio do metro quadrado. No acumulado de agosto de 2015 a julho de 2016, houve uma queda de 3,76% na variação dos 12 meses – baixando de R$ 13,72, em julho de 2015, para R$ 13,21 no mesmo mês de 2016.

Essa redução do preço se dá pela necessidade de os proprietários estarem mais flexíveis para negociações, pois o alto volume de imóveis em estoque alcançado nos últimos meses ainda mantém a oferta mais elevada do que a procura – mesmo com a diminuição no estoque de 2%, de junho para julho.

“É mais vantajoso para o proprietário negociar um valor de aluguel mais barato e conseguir fechar o negócio, do que continuar com o imóvel vazio, cujo custo é muito alto. No longo prazo, mesmo com aluguel mais baixo, ele acaba lucrando”, comenta Fátima Galvão.

Para ela, a expectativa para o segundo semestre é de que o estoque de imóveis continue diminuindo e que o número de locações aumente mais – inclusive por ser um período de maior procura por locações.

"Nós estamos sentindo que o mercado está estável nos valores e as buscas por locação estão mais aquecidas agora, do que no primeiro semestre. É grande, também, a busca de imóveis para locação por pessoas que chegam a Curitiba para trabalho ou estudo." Daniel Delgado Gracia, diretor da Burgman Imóveis.

Reformas

Outra estratégia usada pelos proprietários para aumentar o número de negócios fechados é realização de reformas e modernizações nas habitações. Luiz Cavalcanti Neto, investidor imobiliário há 40 anos, decidiu reformar seus imóveis, depois que a procura para alugá-los diminuiu. “Eu estava precisando trocar o piso de uma das unidades e mexer na parte elétrica em outra. Então, fui buscar um especialista e vi que o melhor era dar uma geral em todas as unidades”, explica.

Para a vice-presidente de locação do Secovi-PR, Fátima Galvão, é preciso que os proprietários tornem os imóveis mais atrativos. “Os imóveis mais antigos estão concorrendo com aqueles recém-entregues, então os proprietários têm que criar condições diferenciadas”, diz.

Em alta

Locação residencial cresceu 19,3% nos primeiros sete meses de 2016, em comparação com os iguais períodos dos dois anos anteriores. Restrição de crédito e cenário econômico instável continuam como fatores que estimulam o setor.

Fonte: Gazeta do Povo

Banco passará a financiar imóveis com valor de até R$ 3 milhões. Limite anterior era de R$ 1 milhão

A mudança nas regras de financiamento habitacional pela Caixa Econômica Federal, que vai permitir a compra de imóveis mais caros, poderá reaquecer o setor imobiliário, que vem sentindo fortemente os impactos da crise financeira nos últimos anos.

Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, apesar de ser voltada para um mercado mais restrito, a medida é muito bem-vinda para o setor. “Quando se trabalha com financiamento, acaba-se tendo dinheiro mais barato e facilitando-se os negócios. E tem-se um conforto maior”, disse Martins.

A partir desta segunda-feira (25), o valor máximo de financiamento da Caixa pelo SFI (Sistema Financeiro Imobiliário) passa de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões. O SFI é uma modalidade de crédito que financia imóveis mais caros, sem emprestar dinheiro do FGTS.

De acordo com Martins, o mercado de imóveis com preço mais alto também foi afetado pela crise econômica e política do país. Ele explicou que isso acontece porque a decisão de comprar um imóvel, independentemente do valor, é muito influenciada pela confiança no futuro. “Então, se não tiver o horizonte político e econômico razoável, as pessoas ficam com o pé atrás. Todos os mercados estão passando por dificuldades. Se alguns têm medo de perder o emprego, quem é dono de empresa também pode ter medo de como ela se comportará no futuro.”

As mudanças nas regras de financiamento chegam em “excelente hora”, na avaliação do vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Eduardo Aroeira. Isso porque, segundo ele, as expectativas e o otimismo das pessoas têm melhorado. “Vai auxiliar bastante na compra de imóveis para classes mais elevadas, que vinham sofrendo bastante com a maior dificuldade de financiamento”, observou.

Outra mudança no financiamento anunciado pela Caixa é o aumento da parcela de financiamento dos imóveis por meio do SFI. Para imóveis usados, a cota de financiamento subiu de 60% para 70% do valor total. Para a compra de imóvel novo, construção em terreno próprio, aquisição de terrenos e reforma ou ampliação, a cota passou de 70% para 80%. A medida também foi comemorada pelo presidente da Cbic. “Antes, a pessoa tinha que dar 30% de entrada, agora tem que dar 20%. Isso ajuda bastante”, destacou Martins.

Retomada do setor

Sobre a expectativa de retomada da indústria da construção civil no país, José Carlos Martins, observou que o humor está começando a mudar. “Já começa a ter mais visitas em plantões e, quando se fazem sondagens com empresários, vemos que eles estão menos pessimistas. Não é nenhum oba-oba, mas há uma reversão de expectativas.”

De acordo com o presidente da Cbic, os lançamentos imobiliários tiveram retração de 54% nos últimos 12 meses, enquanto as vendas caíram 18%. “Caiu muito mais o número de lançamentos do que o de vendas. Mesmo que as vendas estejam fracas, elas continuam existindo. Isso quer dizer que, daqui a pouco, o mercado vai começar a reverter. Muitos prédios que estão parados vão começar a andar de novo”, previu Martins.

Eduardo Aroeira disse que também espera melhora gradual no setor nos próximos meses. “A partir do momento em que a Caixa reabre essa possibilidade, faz com que haja um novo ânimo do mercado, e a tendência é de melhora, embora gradual, mas constante”, afirmou Aroeira.

Fonte: Gazeta do Povo 

Número de imóveis locados ficou estável em junho, mas isso não foi suficiente para impedir o crescimento da oferta

Ao contrário do que o momento ruim da economia poderia sugerir, a locação de imóveis comerciais segue estável em Curitiba. No último mês de junho, 259 unidades tiveram seus contratos assinados na cidade, número 1,2% acima do registrado no mesmo mês de 2015. Mesmo assim, a oferta de pontos comerciais está crescendo e, com isso, o preço do metro quadrado está em queda.

Segundo a pesquisa mensal realizada pelo Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), ligado ao Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), o número de imóveis comerciais vazios na cidade em junho era 26% maior do que no mesmo mês de 2015. Essa elevação teve reflexos sobre o valor pedido pelos aluguéis comerciais na cidade, que apresentou queda de 3,7% no último ano e chegou aos R$ 19,34 por m² total, em junho.

“O excesso de mercadoria acaba regulando o preço do mercado. Para não ficar com o custo do imóvel parado, os proprietários estão mais propensos às negociações [o que acaba interferindo no preço da oferta]”, pontua Fátima Galvão, vice-presidente de locação do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR).

Este movimento é percebido com mais intensidade entre os conjuntos comerciais, que apresentaram retração de 9% no valor pedido pelo m² total, passando de R$ 22,31 em junho de 2015 para R$ 20,30 no igual mês de 2016.

Além da oferta elevada, João Françolin Tomazini, diretor-geral da Imobiliária Cilar, lembra que a “concorrência” entre os conjuntos comerciais novos e antigos é outro fator que interfere na queda do preço médio do m² destes imóveis. Isso porque, para fazer frente às unidades recém-entregues pelas construtoras – que, em geral, apresentam melhor infraestrutura –, os proprietários dos imóveis localizados em prédios mais antigos têm baixado os valores pedidos pelos aluguéis, puxando a média para baixo.

Equilíbrio

O fato de o número de negócios fechados não estar em queda é visto como um efeito do maior número de pessoas procurando um ponto para abrir um negócio após a perda do emprego. “Com o desemprego em alta, muitas pessoas estão optando por começar uma nova atividade, locando lojas ou salas comerciais pequenas, principalmente nos bairros, para abrir seu próprio negócio”, explica Tomazini.

Outro ponto que contribui para a manutenção dos negócios é a migração de algumas empresas para imóveis com áreas menores, com o objetivo de reduzir seus custos operacionais. “Temos empresas na nossa carteira que locavam imóveis de cerca de 150 m² e foram para unidades de 50 m²”, ilustra Fátima Galvão. Entre os tipos de imóveis mais locados no mês de junho destacam-se os barracões e os conjuntos comerciais, que apresentaram alta de 58% e 21%, respectivamente, em relação ao igual mês de 2015.

Em alta

A estabilidade das locações, no entanto, não foi suficiente para frear a alta da oferta de unidades comerciais disponíveis para locação , que chegou aos 26% no último ano.

Parte deste crescimento, como aponta Fátima, foi estimulado pela entrega de novos empreendimentos comerciais no período. Fato que se reflete, por exemplo, na alta de 33,5% na oferta de conjuntos comerciais na capital, que somava 2,8 mil unidades naquele mês.

O segmento com o maior incremento na oferta (46,7%) foi o de barracões, estimulado pelo encerramento das atividades de algumas empresas. “Alguns proprietários também estão investindo na construção de barracões porque acreditam na retomada do crescimento industrial”, acrescenta Tomazini.

Bairros

O Centro lidera a oferta de imóveis disponíveis para locação em Curitiba, com 1,4 mil unidades, seguido pelo Água Verde (299), Batel (293) e Bigorrilho (257).

A oferta também é alta em bairros mais afastados da região central, como o Portão, que tinha 143 unidades disponíveis para locação em junho. Segundo Fátima, isso decorre do fato de estas localidades serem mais “autônomas” em relação ao Centro, o que atrai os inquilinos que buscam facilidade de estacionamento e de acesso a diversas regiões da cidade.

Comercial

Locação segue estável em Curitiba, mas não impede o crescimento da oferta, que registrou alta de 26% no último ano.

Fonte: Gazeta do Povo 

Prezados Corretores,

A expansão da tecnologia tem transformado o hábito de todos. A internet já faz parte do cotidiano do Creci-PR o que facilita e agiliza o acesso a informação. Em 2015, foram implantados formulários digitais para diversos procedimentos da secretaria e do financeiro.

Seguindo esse mesmo conceito, o departamento de comunicação passará a produzir o relatório anual em formato digital. A nova versão ficará disponível no site do Conselho. Entre os benefícios do formato digital está a possibilidade de acessá-lo 24 horas por dia. Devido a criação desse novo formato, a versão impressa deixará de existir.

CLIQUE AQUI E CONFIRA O RELATÓRIO ANUAL DE 2015