Informações

COAF

DECLARAÇÃO DE INOCORRÊNCIA OU NÃO OCORRÊNCIA
Deverão comunicar ao órgão regulador ou fiscalizador da sua atividade ou, na sua falta, ao Coaf, na periodicidade, forma e condições por eles estabelecidas, a não ocorrência de propostas, transações ou operações passíveis de serem comunicadas nos termos do inciso II. (Incluído pela Lei nº 12.683, de 2012).
Deverá declarar toda e qualquer pessoa física ou jurídica que não se enquadre na Resolução-COFECI nº 1.336/2014, Seção VI - Das comunicações ao COAF, Art. 8º, incisos I ao XII e Parágrafo Único.

DECLARAÇÃO DE OCORRÊNCIA
A DECLARAÇÃO DE OCORRÊNCIA, previstas na Resolução-COFECI 1.336/2014, Seção VI – Das Comunicações ao COAF, tratadas no Art. 8º., incisos I e II. Devem ser realizadas a qualquer momento no prazo de vinte e quatro horas, abstendo-se de dar ciência aos clientes de tal ato.A DECLARAÇÃO DE OCORRÊNCIA DEVERÁ SER FEITA NO SITE DO COAF. Para tanto, o declarante, PF ou PJ, deve ser inscrito no CRECI. O COFECI encaminhará o CPF e CNPJ para cadastro prévio junto ao COAF. Sem isso não há como realizar o credenciamento.

SOBRE LAVAGEM DE DINHEIRO – LEI 9613/98 E LEI 12.683/12
1. Qualquer DÚVIDA decorrente da aplicação da Resolução-COFECI nº 1.336/2014 deverá ser tratada diretamente com o COFECI (www.cofeci.gov.br) que, se for o caso, a redirecionará ao COAF;
2. O COAF não responderá a qualquer pedido de informação às pessoas físicas e jurídicas obrigadas pela Resolução-COFECI nº 1.336/2014.
3. A DECLARAÇÃO DE INOCORRÊNCIA referente ao ano de calendário 2016, será obrigatória no ano de 2017, até o dia 31 de janeiro. Quem estiver obrigado a fazê-la e não a fizer estará sujeito a multa;
4. Qualquer informação sobre as Leis 9.613/98 e 12 683/12 poderão ser solicitadas ao COFECI por e-mail (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.);
5. Não serão fornecidas informações por telefone.

Informações do COAF

Operações Consideradas Suspeitas

Clique aqui para realizar a Declaração de Inocorrência

Diretoria do Creci-PR

DIRETORIA GESTÃO 2019 - 2021

 

 

Presidente e Conselheiro Federal

Luiz Celso Castegnaro

 

 
(41) 3262-5505
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1º Vice-Presidente e Conselheiro Federal Suplente

Rosalmir Moreira 

 
(41) 3262-5505
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2º Vice-Presidente

Sabas Martin Fernandes

(41) 3262-5505
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Diretor Secretário 

Mariano Dynkowski

 
(41) 3262-5505
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Diretora 2º Secretária

Marilde Reis 

 
(41) 3262-5505
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Diretor Tesoureiro

Handres de Paula Guedes

 
 
(41) 3262-5505
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Diretor 2ª Tesoureiro

Zeferino José Mazorana

 
(41) 3262-5505
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Vice-Presidente Adj. de Comunicação e Valorização Profissional

Julio Cesar Cattaneo

(41) 3262-5505
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Vice-Presidente Adj. para Assuntos Sindicais

Marco Antonio Bacarin

(41) 3262-5505
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Vice-Presidente Adj. para Assuntos da Mulher Corretora de Imóveis

Izabel Cristina Maestrelli

 

(41) 3262-5505
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Conselheiro Federal e Presidente do COFECI 

João Teodoro da Silva

CONSELHEIROS GESTÃO 2019 - 2021

 

 

Antonio Leomar Colla
Conselheiro Efetivo e Membro Efetivo do Conselho Fiscal

 

Arnaldo Colombelli
Conselheiro Efetivo e Membro Suplente do Conselho Fiscal

 

Cesar Augusto Guerios
Conselheiro Efetivo

 

Claudio Sandri
Conselheiro Efetivo

 

Daniel Fuzetto
Conselheiro Efetivo

 

Francisco Faria Nunes
Conselheiro Efetivo

 

Gerson Paranhos de Oliveira
Conselheiro Efetivo

 

Gilberto José Menoncin
Conselheiro Efetivo

 

Izabel Cristina Maestrelli
Conselheira Efetiva

 

Jeronimo Francisco Neto
Conselheiro Efetivo e Membro Efetivo do Conselho Fiscal

 

João José Salomé Moraes
Conselheiro Efetivo

 

José Roberto Infante Bonatto
Conselheiro Efetivo

 

Julio Cesar Cattaneo
Conselheiro Efetivo

 

Marcello Scandelae
Conselheiro Efetivo e Membro Suplente do Conselho Fiscal 

 

Marco Antonio Bacarin
Conselheiro Efetivo

 

Marisa Aparecida Macagnan
Conselheira Efetiva

 

Mauricio Rodrigues Antunes
Conselheiro Efetivo

 

Olmir Mingotti
Conselheiro Efetivo e Membro Efetivo do Conselho Fiscal

 

Sergio Ari Hach
Conselheiro Efetivo e Membro Suplente do Conselho Fiscal

 

 

Amauri Domingues
Conselheiro Suplente 

 

Ana Beatris De Castro
Conselheira Suplente

 

Arion Marcelo dos Santos
Conselheiro Suplente 

 

Arlindo Aparecido Zital da Silva
Conselheiro Suplente

  

Azamor Vlademir Carneiro
Conselheiro Suplente 

 

Carlos Eduardo Canto
Conselheiro Suplente

 

Claildo Toszek
Conselheiro Suplente

 

Clayton Rodrigues
Conselheiro Suplente

 

Dilermando Aniceto Eleutério
Conselheiro Suplente

 

Elenice do Rocio Gomes De Oliveira
Conselheira Suplente

  

Ivo Sendeski
Conselheiro Suplente

 

João Augusto Ceriani de Oliveira
Conselheiro Suplente

  

José Genolino Da Silva Carneiro
Conselheiro Suplente

 
 

José Raimundo Roszkowski
Conselheiro Suplente

 

Luiz Antonio Langer
Conselheiro Suplente

   

Makihiro Matsubara
Conselheiro Suplente

 

Marcelo Taborda de Freitas 
Conselheiro Suplente  

 

Marcos Antonio Francalacci França
Conselheiro Suplente

 

Marcos Roberto Mincache Moura
Conselheiro Suplente

 

Maurilio Leonel
Conselheiro Suplente

 

 Mohamed Alin Costa Nader
Conselheiro Suplente

 
 

Osni Lavado da Silva
Conselheiro Suplente

 

Patrick Daniel Correa 
Conselheiro Suplente

 

Paulo Fernando Gobetti
Conselheiro Suplente

 
 

Ricardo Hirodi Toyofuku
Conselheiro Suplente

 

Rivaldo Ferrari
Conselheiro Suplente 

 

Sissi Mara Terezinha Rorato
Conselheira Suplente

 

 

 

 

 

 

Torne-se um Corretor de Imóveis

Inscrições no CRECI - Lei 6.530/78
Resoluções - COFECI 327/92, 341/92, 368/93 e 516/96.

A intermediação nas transações de imóveis, inclusive na compra e venda, cessão, promessa de cessão, permuta, incorporação, loteamento e locação, é ato privativo da profissão de Corretor de Imóveis.

O exercício da atividade de intermedição imobiliária somente é permitido às pessoas físicas e jurídicas inscritas nos Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis.

A inscrição é assegurada:

1º Aos técnicos em transações imobiliárias, formados por estabelecimentos de ensino reconhecidos pelos órgãos educacionais competentes;

2º Às pessoas jurídicas legalmente constituídas para os objetivos de intermediação imobiliária.

A inscrição que é regulamentada pela Resolução do COFECI 327/92 se fará mediante requerimento dirigido ao presidente do CRECI.

O Conselho

O que é o Creci?

O Creci – Conselho Regional de Corretores de Imóveis – é um órgão fiscalizador da profissão, criado pela necessidade de organizar a categoria e impedir o mau exercício da atividade profissional. Juridicamente, o Conselho representa uma autarquia corporativa, isto é, uma organização criada pelo Estado, mas que dispõe de certa autonomia para dirigir uma série de funções ou serviços de interesse coletivo, mais especificamente, de pessoas que desempenham atividades similares. Mesmo com capacidade de auto-gestão, as autarquias pertencem ao Estado e são por ele fiscalizadas.

“O Conselho Regional de Corretores de Imóveis é uma autarquia federal, condição que lhe é outorgada pela Lei – 6.530/78 ”

Os Conselhos se mantêm com as contribuições anuais de seus membros, pessoas físicas e jurídicas, tendo também o direito de cobrar pelos seus serviços e aplicar multas, quando necessário. Ao Conselho cabe a função de realizar a seleção dos profissionais que podem desempenhar a atividade para a qual se qualificaram, sendo que sem a inscrição no Conselho o candidato não pode atuar. Uma vez aprovado, o profissional deve observar as regras da profissão, caso contrário, o Conselho pode aplicar penalidades, sendo possível inclusive a cassação da inscrição.

Características importantes dos conselhos de fiscalização profissional:

  • Os conselhos possuem responsabilidade civil objetiva, o que significa que quem for lesado por ações ou omissões dos conselhos só precisam comprovar o dano de um agente ligado à entidade para ter, a princípio, direito à indenização;
  • Como autarquia, os conselhos têm imunidade tributária com relação aos impostos que incidem sobre o patrimônio, a renda e os serviços;
  • Estão sujeitos a fiscalização por parte do Tribunal de Contas da União, sendo que as contribuições cobradas de seus membros têm natureza de contribuição social de interesse da categoria profissional.

Deve-se destacar que os conselhos diferem bastante dos sindicatos, visto que estes últimos são associações que tem o objetivo de defender os interesses comuns de uma categoria profissional ou de um grupo de pessoas ligadas entre si pelos mesmos interesses. Os sindicatos são livres e não podem estar sujeitos às autoridades públicas (salvo se praticaram crimes previstos nas leis penais).