Com vários setores industriais duramente abatidos pela crise e com uma perda expressiva na produção agrícola devido à estiagem, o primeiro semestre da economia paranaense foi desanimador. Há sinais, porém, de que ela já bateu no fundo do poço e indicadores importantes mostram um desempenho melhor do que a média nacional.
Parece contraditório, mas um dos sinais mais positivos da economia paranaense no primeiro semestre foi o recuo de 1,4% na produção industrial de janeiro a abril, na comparação com o mesmo período de 2008. Foi a menor queda entre os estados pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e sensivelmente menor do que a queda de 14,7% na média do país. Setores de peso, como alimentos, bebidas e produtos químicos, seguraram o índice estadual.
Os efeitos da crise foram mais sentidos no setor metalmecânico, abatido pela queda abrupta nas exportações de veículos e nas vendas internas de caminhões e máquinas – os fabricantes de veículos apresentaram um recuo de 35,6% na produção, a maior entre todos os segmentos pesquisados. Também foi um semestre decepcionante para produtores de madeira e mobiliário.
A chapa “Creci rumo aos 50 anos” do atual presidente, Alfredo Canezin, possui conselheiros de todo Paraná. Canezin afirma que a intenção é fazer com o que os profissionais do interior do estado também possam participar das decisões do conselho.
SÃO PAULO - Vida em condomínio não é fácil. Alguns abusam de seus direitos, outros não querem cumprir seus deveres e, quando se nota, diversos conflitos já foram gerados. E isso piora quando condôminos, síndicos e funcionários não sabem quais são suas obrigações.
SÃO PAULO - As novas operações contratadas pelos agentes financeiros do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), que operam com recursos das cadernetas de poupança, atingiram R$ 2,387 bilhões em maio, o que significa um aumento de 5,55% sobre o mesmo período do ano passado.