O Creci-PR realizará, no dia 14 de julho, eleições dos conselheiros para a gestão de 2010/2012. Todos os corretores de imóveis, obrigatoriamente, precisam votar. O sistema de votação será via internet para facilitar o voto, com isso os profissionais poderão votar em qualquer local que possua internet. O horário será das 9h às 17 horas.
A chapa “Creci rumo aos 50 anos” do atual presidente, Alfredo Canezin, não enfrentará concorrência, pois foi a única inscrita. Essa situação demonstra que o trabalho realizado pela atual gestão está sendo reconhecido pelos profissionais. Canezin afirma que continuará buscando melhorias para a categoria. “Temos o interesse de criar novas maneiras de destacar os corretores de imóveis perante a sociedade, essa é uma forma de valorizar ainda mais o trabalho da classe”.
Conforme o parágrafo 3º - art. 2º, da Resolução-Cofeci nº 1.128/2009, quem não votar ou não justificar a ausência no prazo de 30 dias, estará sujeito à multa de uma anuidade do ano de 2009.
Para votar os corretores de imóveis precisam estar em dia com o Creci-PR. Aqueles que possuam pendências devem ir até uma sede mais próxima e acertar os débitos até o dia 09 de julho.
A Nossa Caixa reduziu de 8,9% para 8,4% ao ano mais taxa referencial (TR) a taxa mínima pós-fixada para financiamento de compra e construção de imóveis residenciais enquadrados no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), para unidades com valor até R$ 150 mil. O prazo de pagamento passou para 30 anos, e a faixa inicial de valor do imóvel foi ampliada de R$ 120 mil para R$ 150 mil. A Nossa Caixa espera elevar em 25% a concessão de crédito imobiliário para pessoas físicas este ano, chegando a R$ 450 milhões.
SÃO PAULO - A visão geral otimista do setor imobiliário brasileiro amparada pelo plano do Governo para solucionar em 15 anos o déficit habitacional de cerca de 7,9 milhões de unidades não ignora a grande quantidade de trabalho à frente de incorporadoras e construtoras de imóveis.
SÃO PAULO - Além de tendência, a consciência ecológica e a preocupação com a sustentabilidade do planeta também equivalem à economia, quando o assunto é design de interiores, segundo informa a arquiteta Fernanda Pinheiro.
De olho na queda de rentabilidade dos fundos de pensão, o governo pretende afrouxar as regras para aplicação do patrimônio de R$ 440 bilhões das entidades de previdência complementar. Apesar de avaliar que a trajetória de queda da taxa de juros não traz risco sistêmico aos fundos, os ministérios da Previdência e da Fazenda já discutem um novo critério para enquadrar seus investimentos.